Endereço

Rua S-6, Qd. S-4, lt. 11, nº 146,
1° andar (Próx. ao Pq. Areião). Setor Bela Vista

Ligue

(62) 3089-0978
(62) 98660-0978

Doença crônico-degenerativa de ombro

doença-cronico-degenerativa-ombro
Índice

A dor no ombro é uma das queixas mais ouvidas pelos ortopedistas nos consultórios e que acomete pacientes homens, mulheres, crianças, esportistas ou sedentários, em qualquer idade. Essas dores são bastante desagradáveis porque limitam movimentos simples, como erguer e abaixar os braços e, muitas vezes têm a característica de piorar durante a noite, quando a pessoa deita para descansar.

 

Porém, na maioria dos casos, as dores no ombro são sintomas de lesões provocadas pela repetição de movimentos que machucam os tendões e por processos crônico-degenerativos que ocorrem depois dos 40, 50 anos de idade. Esportistas e pessoas que trabalham com o executando movimentos repetitivos com os braços, por exemplo, estão mais suscetíveis a sentir dor no ombro.

Também a partir dos 50 anos, os tendões sofrem uma pressão da cabeça do úmero, diminuindo o fluxo sanguíneo e dando início precoce a um processo crônico-degenerativo do tendão, que acaba sofrendo rupturas com mais frequência, conhecido popularmente como “bursite do ombro”. Os dois sintomas de dor noturna e ao levantar o braço são indicativos de que o tendão pode ter rompido.

 

O paciente pode ou não dizer que sofreu um trauma no ombro. A dor geralmente aparece ao levantar o braço para pegar alguma coisa ou ao deitar-se para dormir. Dor que irradia para o meio do braço, perda da força muscular e dos movimentos do ombro também são alterações comumente encontradas.

 

Como prevenir?

O ombro é a articulação com maior mobilidade do corpo humano e, por isso, fica mais vulnerável a lesões, como deslocamentos e tendinites. Por ser uma articulação com grande amplitude de movimentos, é preciso realizar com regularidade exercícios de alongamento que favoreçam a mobilização articular e que fortaleçam a musculatura do ombro e da escápula. Movimentos repetitivos com o braço acima da linha do horizonte por tempo prolongado devem ser evitados.

O tratamento varia a cada caso. Embora somente a fisioterapia seja indicada em casos de tendinite – até quando há ruptura do tendão -, o médico precisa colocar na balança fatores como dor, função e idade para indicar o melhor tratamento. No passado, era comum pessoas com mais de 60 anos fazerem o tratamento conservador e evitar a cirurgia para rompimento dos tendões.

 

Hoje, a situação é diferente pois pacientes de 60 ou 70 praticam esportes e querem se manter ativos após o tratamento. Por isso a cirurgia artroscópica é muito indicada, a fim de evitar a ocorrência de problemas mais sérios no futuro e que podem levar a sequelas muitas vezes irreversíveis.

Importante é saber que as lesões dos tendões não cicatrizam sozinhas e nem diminuem. Ao contrário, aumentam com o tempo porque o músculo está sempre puxando o tendão para executar o movimento do osso.

Compartilhar Post

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Post Relacionados

Lesão no joelho? É possível tratamento sem cirurgia

Com frequência recebemos no consultório pacientes com lesão do Ligamento Cruzado Anterior (LCA). As causas…

Antes do exercício físico consulte um ortopedista

A busca por uma vida mais saudável, que combine alimentação equilibrada e atividade física regular,…

Buscando Ortopedia Especializada?

Temos um time de especialistas para cuidar de você!

ortopedia-clinica-goiania-coe